Deixando o Mundo...

"Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as
mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os
corações" (Tiago 4:8).

"Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda. Da
mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão
que constitui o perigo. Qualquer coisa que ofusca a minha
visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a
Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu
trabalho cristão, está errado para mim e eu devo
rejeitá-la." (J. Wilbur Chapman)

Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida? O lado externo
ou interno? Temos, como cristãos, repelido todas as
armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e
sedutoras que sejam? Temos compreendido que o nosso
testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome
do Senhor?

Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso
"pecadinho" não terá nenhuma influência em nossa vida
espiritual. Cremos dessa forma e estamos completamente
enganados. Um grande afastamento de Deus começa por um
pequeno passo a poucos centímetros dEle! E quanto mais longe
estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à Sua
presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que
necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna.

Quando um navio começa a afundar? Quando tem alguns
centímetros de água em seu interior. Quando um cristão
começa a afundar espiritualmente? Quando um pequeno pecado
se instala em seu coração. Se o comandante obtém sucesso em
deter a entrada de água logo no início, o navio se salva. Se
o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar
espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme
glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.


Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:

Escuro Iluminado

Adotado em Portugal


Esse é o Xêro, como chamamos...chegou aqui bem pequenito, com seu maninho o "pretinho", que pelos vistos morreu, porque nunca mais o vimos. Eles eram inseparáveis, brincavam muito e as vezes também brigavam...rsrsrs
A mamãe deles ainda vive por aqui pela vizinhança, as vezes vem cá em casa, dou-lhe comidinha e então ela some outra vez. Ela ja tem outros dois filhotes, pois já os vimos pelas noites, mas são muito ariscos ainda, assustados e têm razão para isso, pois aqui, a vizinhança não gosta muito de gatos e sim de cães... mas... eu amo gatos isso que importa, assim como também gosto de cães, porém tenho mais admiração por gatos, pelo fato deles serem mais independentes, limpos, caseiros, pequeno porte, esses tipos de qualidades.

Vai uma fotinho do Xêro com seu maninho qdo eram mais pequeninos....




Agora está assim:


Gosta muito de morder, o danado...rsrsr

brincamos muito de pega-pega dentro de casa...é um sarro...kkkkkk

Aqui ele todo folgado no sofá...tinha acabado de acordar....



^.^

União Zoófila


São cerca de 500 cães e 200 gatos, muitos deles abandonados, que vivem nas instalações da União Zoófila em Lisboa.

A comida escasseia: só há alimento para mais 15 dias. Os responsáveis não escondem a preocupação.

Luísa Barroso, presidente da União Zoófila, confessou ao JN estar "muito assustada" com o facto dos armazéns de alimentos da instituição estarem quase vazios. Com cerca de 500 cães e 200 gatos para alimentar diariamente, a responsável calcula que as actuais reservas de ração "só cheguem para mais ou menos 15 dias".

"Costumamos ter três armazéns de ração cheios, mas, nesta altura, tenho apenas meio armazém", explica, enquanto exibe arcas e contentores vazios.

Apesar das graves dificuldades financeiras - são cada vez mais os sócios que não pagam as quotas - a União Zoófila vai comprando alguma comida e sobrevivendo à custa da generosidade de algumas - poucas, insuficientes - pessoas. "Temos mendigado aos amigos para que tragam uma latinha por dia", prossegue a responsável, sublinhando, por exemplo, a gravidade da escassez das "latas de patê", fundamentais para se fazer a mistura. Falta ainda a medicação para os animais doentes - 142 cães, neste caso.

Por outro lado, as instalações da União Zoófila - instituição com 57 anos de história - encontram-se visivelmente degradadas. Há mais de dois anos que não se fazem obras de manutenção e chove em várias "boxes". Também já não há espaço para receber mais animais. Está sobrelotada de dois tipos de cães: os errantes (ou chamados "vadios") e aqueles que já tiveram donos, muitos deles de raças como Dálmata, Golden Retriever, ou Husky Siberiano, tal como o JN testemunhou.

"São quase todos cães abandonados", explica Luísa Barroso, citando "muitos casos em que os donos morreram e os familiares não quiseram ficar com eles" ou situações em que "se a criança espirra, a culpa é logo do cão".

Na óptica da responsável, a crise financeira tem também levado muita gente a deixar os cães junto ao portão da instituição. "Se têm um animal em casa é logo a primeira coisa a cortar. Não cortam nas idas ao cinema, nas férias, nos restaurantes. O animal é o primeiro a ser sacrificado", aponta.

A União Zoófila conta com 11 trabalhadores remunerados - sete tratadores e quatro veterinários - e cerca de 50 voluntários. Além de algumas ajudas de particulares, os apoios escasseiam. A Câmara Municipal de Lisboa, por exemplo, cedeu o terreno mas, diz a responsável, "actualmente apenas faz o favor de vir buscar os cadáveres uma vez por semana". Luísa Barroso frisa que as autarquias deviam adoptar outra política de apoio aos animais: "Podiam proporcionar a esterilização dos errantes e a vacinação gratuita". A presidente da União Zoófila lamenta também que a EPAL "não tenha um gesto simpático", fazendo "um desconto na conta da água" apesar de vários pedidos nesse sentido.

"Nós não ganhámos nada com isto", disse, "a não ser ficarmos com o coração mais cheio com os sorrisos e a simpatia que os cães e os gatos nos podem devolver".

Fonte: JN